sábado, 31 de julho de 2010

A Camilla dos meus olhos... A Camilla dos meus dias...



Sinto vontades bobas
Como de te ver beijar de olhos fechados
Sentir um cheiro te embriagar
Somos bichos de nuvem não de terra

E a Camila dos meus dias
Traz o sol no colo
É dona de sua voz e de seus gritos
É mansa como filhotes de leão

Esses olhos que chorosos de amor
Enchem esse parco mundo de cor
Peito que bate uma dor solitária
Na busca do amado ser

E a Camila dos meus olhos
Sobrevive sem esse bater
De sorrisos que rompem geleiras
De forças que matam seus leões de Nemeia diários

Dona duma vontade sem doma
De birras e de bicos de mimo seu
Como eu uma eterna carente do mundo
Como eu uma eterna viajante de amores

E a Camila dos meus dias
Têm voz suave como os anjos amigos
A candura como lei
E a vontade selvagem de quem tem uma vida finita

Tem a velocidade de sonhos sem pressa
Uma energia de abraço
E a única vontade que da é do afago eterno
Custa a dor de não te ter mais minha

E a Camilla dos meus olhos
Tem cheiro de pêssego maduro
Vontades de menina e certo gosto de mulher
Tem a força de mil tanques num breve olhar

Tenaz
A Camilla dos meus dias insiste
A Camilla dos meus sonhos apenas ama...
                               E eu um vago amigo teimo em dizer q te doloooo de montaummm.......



                                                                                                                             Camillu borges

segunda-feira, 19 de julho de 2010

axo ´q é desculpasss...

Pros poucos q acompanham... esse blog. Tenhu q dizer q serei obrigado a passas alguns diazinhus sem postagens... vou ficar sem net por alguns dias... espero q muito poucos... aushauhsauhsauhsuahsauhs...

                                                                                   agradeço a atenção....
                                                                                                  ats  camillu borges

domingo, 18 de julho de 2010

Ainda suspiro...



Sinto os pássaros que me deixaram pra traz
As nuvens nem tão próximas e seu pranto só meu
Minhas asas me deixaram
Meu corpo recusa o chão e seus braços

Porque teus monstros as tiraram de mim?
Porque me dei a ti?
Porque sou tão menos meu que teu?
Não me tire certezas, me dê seus porquês...

Detesto meu céu azul...
Mostre-me teus dias chuvosos
Rasgue minhas roupas
Deixe que meu sangue flua como torrentes

Porque teus credos me baniram?
Porque o deixaste de ser?
Porque sou tão menos rubro que azul?
Não me tire minha cara certeza, me dê seus porquês...

Ainda espero pela tempestade do teu amor
Não deixe meu peito bater errado
No compasso de meus passos aos teus
Minhas bruxas me roubam de ti

Porque teus demônios são menores?
Porque não me sufocas?
Porque sou tão menos meu que teu?
Não me dê seus porquês...

Faça-me mais seu...
Arrebate-me...
Não olhe pra traz
Não pare... Acompanhe-me, sufoque-me...

Ou se deixes morrer de mim...

sábado, 17 de julho de 2010

TufãoWwWw...Woww...


Minhas noites têm sido claras como dias de Saara
As luzes noturnas agradam meus felinos olhos
Embora não enxergue sei que estas ali
Rondando meus beijos secos e sonhados

Que minha capacidade de te amar permaneça
Que seus surdos olhos me preencham
Que suas pernas sigam teus passos
Que eu seja a tua vontade

A mensagem de teus xacras me atinge
A música transporta-me pr’além de mim
Atinjo o céu sem ajuda das costumeiras asas
Meus pés ainda no chão recusam a realidade

Que o mundo exploda em mim
Ou que eu o exploda sem piedade
Que meu medo volte de viagem
Que a vida seja curta, mas que meu amor e
[minha vontade sejam eternos

Seus sonhos nem sempre irreais
Trazem-me sintonia com mundos alem de nós
Nossos peitos encarcerados pelo nosso
Morrem na praia das vontades comuns, de sorvetes na praça

Que minha coragem seja a tua
Que teus dragões matem os meus
Ou que eles se amem e nos esqueçam
Que fujam de mim e de minha nem tão reluzente armadura

Meu sangue embriagado de vícios
Tenta apagar-te de mim
Cruel realidade que ainda me impede
Tolo fui eu ao me deixar mofar humano demais

Que os céus me concedam sua graça e azuis eternos
Que o mar me sirva de cama
Que o vento me faça instrumento
Que o universo me encha de sons

E tudo o que sinto vem a tona como um tufão
E minhas pernas te fazem sair do cobiçado chão
E tudo o que sinto de você vem como lembranças que guardo em mim
E minha mente te refresca como uma brisa gélida ao anoitecer de um dia quente

Que eu não seja um menino mau
Que possa ir onde quiser
Que minhas pernas suportem meu caminho
                                               [e meus braços minha bagagem...
Que a intensidade acabe por me matar
                                               E que o excesso eu possa controlar
Será que ainda vai me amar assim?
Será que sentiras amanha como sentiu ontem?
                Será que Freud responde essa?

                                                     camillu borges

quinta-feira, 15 de julho de 2010

axo q essa é a historia da maioria de nós...



as vezes axo o mundo taum igaul q as palavras novas do msn me parecem mais vivas... é que a falta total de qualquerrr regra ou pontuaçaum pra escrever parece exprimir a minha vontade de mudar.... de ser um poco menus mundo... e aew xega uma hora q um bobo momento nus faz ver masi cor num mundo td cinza...

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Tenhu MEDOWWWwwWs


Mal os deixei e já sinto falta do branco de teus olhos
Oxigênio que me abandona sem teus beijos
Vontade que me deixa morrer sem teus braços...

Ainda sinto o frisson de teus lábios nos meus
Teu suor misturado ao meu
E de carregar o cheiro do teu sexo pelo resto do dia

Lembro-me do primeiro leonino olhar
De como ele me sugou
E de ter visitado o céu sem escala

Ainda sinto teu peito arfar minhas vontades
De o relógio me impelir pra longe
E de teus lábios ainda cerrados procurarem os meus

O sinto cada vez mais longe em mim
De me perder cada vez mais de teu encalço
E do medo de ser deixado pelo caminho

Em meu putréo amar fez-me teu homem vítreo
 Que nossos eu’s se encaixem num nós
Que minhas nuvens roxas se dissipem

Nosso céu ainda azul poderá resistir ao meu pragmatismo
E que mesmo minha parca confiança seja suficiente
Para que eu inunde meus dias de um você que existe

Que minhas dores não te ceguem
Que sua dor me faça forte

Que seu medo me encoraje
Que o meu não te ensandeça

Que minha vontade te anime
Que a sua também seja a minha

Ainda quero ser apenas teu... Teu...
Acorrenta-me a tua vida
Não me deixas fugir
Nem me deixes órfão de ti...

Tenho medos de não mais te ter...
                De não ser bom o suficiente...
                De ser um bobo apaixonado...
                De estar tão dependente...
                               Tenho medo de não o poder ser mais...

terça-feira, 13 de julho de 2010

fik a dik...

Não essa revista é show de bola...
tem dica de alimentação, de malhação, de paquera...
td com um humor bem moderninhoe a de edição de julho ta imperdivelllllll.. já comprei a minha... rsrsrsrsrsrsrsrsrs


aew vai o link pra vc's darem uma olhada no conteúdo desse mês:
http://menshealth.abril.com.br/sumario/sumario-51.shtml